segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sou uma Gleek, pronto Falei!


Que me perdoem os politicamente corretos de plantão, mas sinceridade acima de tudo né? Então agora vou revelar minha nova mania televisiva. Sim, eu cedi aos encantos de #GLEE, a série do momento! Foi assim, com o fim de LOST me senti orfã e sem incentivo para perder umas horinhas da semana curtindo uma distração na telinha. Mas aí, nem sei bem porque nem por onde começou, pedi ao meu marido que caçasse alguns capítulos da primeira temporada (a segunda começa na próxima semana) na web pra conhecer a história. Oh my God, foi amor à primeira vista. E aí talvez alguns perguntem: mas o que vc, na sua idade (que por hora não vou revelar..rsrs) viu nessa série teen? Tá certo, eu vou explicar as minhas razões. Assistir a Glee me fez sentir um turbilhão de emoções e sensações. Lembro, claro, da minha adolescência, que foi marcada por uma imensa trilha sonora, beeeem anos 80 e 90 e isso Glee oferece deliciosamente, a mistura de hits atuais e antigos, repaginados, coreografados e ainda com uma história hilária e ao mesmo tempo verdadeira, num ritmo delicioso, simplesmente não dá vontade de parar de assistir.
Os personagens parecem nossos velhos conhecidos da escola com um detalhe: todos fogem do esteriótipo dos playboys, patricinhas, periguetes, engomadinhos, fofos e certinhos, bem típicos dos seriados adolescentes do tipo Barrados no Baile (pra quem é da minha época) ou OC. A turma é formada por LOOSERS, uma galera diferente, cheia de problemas e defeitos, são os excluídos que fogem à regra e que estão na busca por alinharem suas vidas sem abandonar seus sonhos e o bom humor. O próprio professor, Mr. Shue, é um cara frustrado, complicado, sonhador, extremamente romântico. Nem ele mesmo, como líder, consegue ter o controle das situações e acaba participando daquele grande e criativo videoclipe, sendo já um adulto. Ah e a Sue Sylvester, céus, o que é aquela interpretação e os textos absurdamente sensacionais!! Jane Lynch deveria ter levado o Emmy de atriz principal na categoria comédia e não de coadjuvante, ela é genial! Só mesmo assistindo para conhecer melhor cada uma dessas figuras que, ainda que no mundo da fantasia, parecem tão próximos, tão chegados... E depois de cada episódio não dá outra, é correr pro you tube, buscar os musicais, de preferência com as lyrics e transformar seu quarto ou sala num divertido karaokê.
Ainda tá torcendo o nariz, desconfiando da indicação? Bom, não posso dizer nada mais além de: corra, assista e depois deixe seu comentário sincero. Antes esqueça os preconceitos para então embarcar pra valer nessa viagem.


be happy!

Day by Day


O toque do despertador é a minha trilha sonora da "Hora do Pesadelo". Nãaaaaaaaaao, por favor, quero ficar na minha cama quentinha...Mas a realidade me chama às 5h da matina e preciso ir ao seu encontro.

Alcançar uma meta, pagar as contas do mês, ser uma cidadã responsável, não ser demitida por abandono de emprego, juntar tempo de serviço para a tão sonhada aposentadoria...dos mais simples aos mais radicais esses são apenas alguns dos motivos que me impulsionam a não ceder à tentação de ficar na cama e esquecer da vida, do dever, de tudo e de todos. Ainda em estado de "onde estou, pra onde vou" embarco no metrô e aí os mistérios são muitos. Primeiro deve-se tomar um imenso cuidado para não passar das 6h10 da manhã para embarcar nessa viagem desafiadora, verdadeira aventura. Se passar disso corro o risco de chegar ao trabalho e pensarem que levei uma surra no caminho, com hematomas, mal jeito, dor de cabeça, enfim, chegar com a sensação de fim de expediente. Agora se embarco antes das 6h chego no trabalho cedo demais, encontro ruas vazias e suspeitas no Centro de SP e faço o caminho achando que algum zumbi saído do filme Resident Evil está atrás de mim.
Bom, chega de descrever o trajeto da agonia, bora trabalhar! Xii, faz 10 minutos que a repórter saiu da redação e o telefone toca disparando aquele som que a gente pede a Deus pra não ouvir tão cedo, pois siginica B.O.: problema ligando pra mim (a cobrar). O motorista não apareceu, o cinegrafista vai atrasar, o entrevistado não foi, o personagem desistiu, o local não tem estacionamento...socorroooooooooo!!!!!
Corre, corre, liga pra um, liga pra outro, factual, mudanças, novo endereço, novo horário, nova marcação. Mas o jornalismo revela a normalidade destes fatos em sua rotina sem rotina. Bora caçar pauta que amanhã a agenda urge. E antes do fim do dia que venha mais uma reunião de pauta e quanta coisa pra checar e melhorar...
É assim mesmo. Quem escolheu a profissão não sai dela, quem tá nela aconselha: só entre se tiver muita convicção e paixão, pois o rojão é dos grandes.
Mas imaginar outra coisa? Não posso. Muito prazer, sou jornalista!

be happy!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

E tudo começou assim...



Depois de muitos ensaios e enrolações deixo fluir finalmente uma ideia de longa data: fazer um blog. E pra não ter quer ficar limitada a um tema o melhor mesmo é abrir o leque e poder falar de tudo: dar opiniões, esbravejar sobre as injustiças do mundo, relatar o cotidiano, desabafar, aliviar o stress, dar informações úteis, comunicar, informar, ensinar, mas aprender e muito também. Aqui tudo vai ser possível, assim como na vida...
Por isso, fique super à vontade para dar pitacos, broncas, elogiar também, concordar, discordar, inventar e trocar figurinhas.
Vou adorar fazer novos amigo por aqui, afinal...

A vida é um blog!

Sejam bem-vindos!